Regeneração de pastos e prados

Idealmente, não lavramos, contudo os trabalhos de tractor são muitas vezes úteis e relevantes, enquanto transição ou numa óptica de aceleração dos processos de regeneração ecológica.

Resumidamente, defendemos a ideia de que qualquer trabalho de movimentação de terras, agrícola ou estruturais, devem ser procedidos ou precedidos de sementeira directa ou fresada, de leguminosas ou outras espécies que ajudem a regenerar rapidamente a área intervencionada.

Habitualmente, os agricultores Portugueses tendem a fazer lavras, gradagens e fresagens de manutenção (para controlo de ervas indesejadas e aumento da infiltração da chuva); Basta adicionar a esta acção a sementeira de leguminosas ou prados permanentes para tornar todo o sistema mais ecológico.

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Antes e depois.

Nestas duas fotos podemos ver o terreno antes e depois de uma sementeira de leguminosas, em transição para prado florido e biodiverso.

Fica o apontamento de que este prado sofreu com falta de chuva no inverno e com o frio (pelo tardio que foi a sementeira), mas contudo vingou este março/abril, com a habitual vivacidade primaveril.
Mesmo num mau cenário, estas sementeiras são uma opção a considerar como parte da manutenção de qualquer espaço rural.

As áreas menos utilizadas das nossas propriedades, devem ter um coberto permanente vivo, para proteger o solo do sol, manter humidade e vida nos solos, para aumentar a infiltração da chuva e mitigar erosão,

 

A Terracrua oferece sessões mensais de consultoria no “Dia aberto”!

Vem ao nosso gabinete, traz o levantamento topográfico ou mapa base do teu terreno, e vamos-te dar uma ideia de como o planeamento (Design) de Permacultura pode ajudar-te, às tuas ideias e ao teu projecto!

– Mensalmente, na sede da Terracrua, em Loulé;
– Durante este dia temos disponibilidade para 5 sessões de 1 hora cada;
– Obrigatório inscrição através do numero 289 416 143 ou e-mail sara.ruth@terracrua.org ;
– Inscrição sujeita a análise e selecção;

Próximas datas para o dia aberto:
4 Abril
9 Maio
6 Junho
4 Julho
8 Agosto

https://www.facebook.com/Terracrua/services/

EN:

Come and meet us in our design studio, bring your topographic survey or landmap and lets us explain and help you to get a sense of how permaculture design can help you, your ideas and your project to suceed!

– Monthly, in Terracrua HQ, Loulé;
– We will have time for 5 sessions of 1 hour;
– Registration required by telephone 289416143 or email sara.ruth@terracrua.org ;
-Registration subject to analysis;

Next open days:
4 April
9 May
6 June
4 July
8 August

https://www.facebook.com/Terracrua/services/

Permacultura Urbana em Loulé

Projecto Há Hortas no Bairro!

Instalação e manutenção de um pequeno quintal urbano em Permacultura, em parceria com Loulé Cidade Educadora, Associação Existir.

Nesta foto, mais uma actividade colectiva, sempre com o horticultor Shojas Silva a facilitar e a ajudar aqueles que querem por as mãos na terra. Plantámos aromáticas perenes e anuais hortícolas, com um grupo de moradores. Foi também o dia em que começámos a distribuir baldes herméticos para os restos da cozinha a alguns moradores, para que os tragam para o compostor!

Um bem haja a todos os que tornaram e tornam este projecto possível!

Ps. Estão quase terminadas as inscrições para o PDC (Curso de Design de Permacultura), com Silvia Floresta, Tiago Manuel B. Silva e Orlando Pereira, que vai decorrer de 15 a 27 de maio, em Loulé, no INUAF. O curso é completamente grátis, mas requer inscrição por email.

 

PDC – Curso de Design de Permacultura, Loulé Maio 2017

Curso de Design de Permacultura, gratuito, em Loulé!

Esta iniciativa tem o intuito de promover e sensibilizar a população do Concelho de Loulé, para as possibilidades que o design de permacultura pode trazer na melhoria da qualidade de vida da população, na criação de hortas, pomares, gestão de desperdícios, energia, e muito mais. O limite é a nossa imaginação!

– O quê: Curso de Design de Permacultura;
– Quem: Sílvia Floresta, Orlando Pereira e Tiago Silva;
– Onde: Local a confirmar, em Loulé;
– Quando: 15 a 27 de Maio de 2017;
– Quanto: Grátis (com o apoio do Município de Loulé);
– Para quem: Habitantes do Concelho de Loulé, promotores de projectos agrícolas/florestais locais, empreendedores ecológicos, membros de associações locais e funcionários públicos de Loulé, desempregados;

Inscrições abertas, através do mail pdc@terracrua.org, ou pelo telefone 289416143 (das 10 ás 17h);

O que é Design de Permacultura?
A permacultura nasceu nos anos 70, do trabalho de Bill Mollison e David Holmgren. A palavra permacultura é a combinação dos termos “cultura permanente” e “agricultura permanente”.

Perguntamo-nos todos os dias: como podemos satisfazer as nossas necessidades? A permacultura coloca uma questão mais abrangente: Como vamos satisfazer as nossas necessidades como indivíduos, famílias e comunidades, ao mesmo tempo que cuidamos da saúde da Natureza, dos seus ecossistemas e das diferentes espécies que os compõem.

A permacultura é para todos. Somos parte da solução.
Na permacultura, olhamos de perto para como a Natureza funciona, estudamos as diferentes interligações e interdependências entre as plantas, árvores, insectos, pássaros, pessoas, solos, etc.

Conhecer estas ligações, permite-nos tomar decisões que melhoram a nossa qualidade de vida e a da Natureza que nos rodeia.

Nós não podemos viver neste planeta, sem causar algum tipo de impacto. Consumimos recursos e produtos que vêm de longe, geramos imenso desperdício e degradamos a saúde da Natureza. A saúde dos rios e ribeiras, a saúde dos solos, das plantas, animais e claro, a nossa saúde também.

Com a permacultura, podemos optimizar o nosso impacto e alinhar a nossa criatividade com as nossas ações e regenerar a Natureza e as nossas vidas.

Uma nova forma de olhar para o mundo:
Estudos recentes, indicam que os nossos pensamentos negativos influenciam o funcionamento do nosso cérebro e ‘adormecem’ as partes do nosso cérebro que inventam, desenham e resolvem problemas. Se a nossa mente, estiver a transbordar de ideias tristes e negativas, torna-se muito difícil encontrar soluções para os desafios sociais, ecológicos e económicos que enfrentamos hoje em dia.
Na permacultura, observamos de perto a Natureza e como ela funciona. Na Natureza qualquer distúrbio ou “crise” traz consigo novos ciclos, nichos e oportunidades para espécies de plantas e animais se desenvolverem.

A permacultura ajuda-nos a fazer o mesmo com os nossos desafios. A perceber o problema e logo ver as possibilidades para o resolver. Com prática torna-se muito mais fácil lidar com problemas e resolvê-los.

A permacultura é multi-disciplinar:
A permacultura é design, é engenharia, física, biologia, antropologia e arquitectura combinados num só. Obviamente não nos tornamos ‘experts’ em todos estes campos só estudando permacultura, mas é possível adquirir bases sólidas, nestas disciplinas ao mesmo tempo que ganhamos perspectivas de como nós seres humanos nos encaixamos neste planeta.
Com estas bases abrangentes, é possível começar a desenhar à volta das nossas necessidades da nossa vida, enquanto criamos uma mudança positiva.

“A melhor maneira de prever o futuro, é desenhá-lo”
Buckminster Fuller, visionário, designer, arquitecto, inventor e escritor americano.

Curso de Design de Permacultura:
O Curso de Design em Permacultura – PDC, é uma imersão intensiva no universo da Permacultura.

Este curso destina-se a apoiar os alunos a desenvolverem uma compreensão dos princípios básicos de design ecológico e regenerativo, e com a aplicação deste conhecimento poderem redesenhar comunidades e assentamentos humanos de acordo com as regras da natureza.
O objectivo principal deste curso de design, é o desenvolvimento de capacidades de designs eficazes através da aplicação prática de conhecimentos e ferramentas. Esta é a oportunidade de aprender, através da participação num verdadeiro processo de design em comunidade. O Curso, cumpre o formato tradicional de 2 semanas (intensivo) com 1 dia livre (mais de 90 horas) criado por Bill Mollison, combinando aulas práticas (40%), teóricas, passeios no campo, jogos interactivos, actividades dinâmicas, partilha de experiências, vivência comunitária e muito mais. Este formato, permite mergulhar nos princípios de design em Permacultura, que serão aplicados e apresentados pelos alunos nos trabalhos de design final. Para terem direito ao certificado os participantes terão de assistir a 80% do curso.

Este curso tem como base os 14 capítulos do livro “Permaculture : A Designers Manual”, de Bill Mollison.
Alguns dos temas a serem abordados neste curso:

– Princípios e éticas da Permacultura;
– Ler a paisagem. Observação dos padrões e ciclos da natureza;
– Princípios dos ecossistemas, clima e biogeografia aplicados na Permacultura;
– Princípios de Design: Processo de análise, zonas, plano energético eficiente, etc.;
– Identificação de recursos. Água no meio envolvente, recolha e conservação de água, energia solar, etc.;
– Construindo solo saudável: base da estrutura do solo, textura, etc. Estratégias para melhoramento de solos usando adubos verdes, composto, alfombra (mulch), controlo da erosão;
– Estabelecendo horta em Permacultura, florestas de alimentos – como seleccionar e manter estes sistemas. “ Como produzir mais alimento em pouco espaço” (método bio- intensivo);
– Recolha e conservação de sementes;
– Design de barreiras contra ventos / fogos;
– Habitações / abrigos saudáveis: selecionando lugar para a casa. Materiais não tóxicos. Sistemas de construção natural;
– Tecnologias apropriadas: Casas de banho secas, desidratadores solares, Fornos e fogões em barro (Cob), energias alternativas, reciclagem de materiais;
– Introdução ao design de comunidades sustentáveis e eco-vilas. Sistemas de organização em grupo.
Economia alternativa, estratégias para uma nação global.

Este curso é gratuito, mas requer inscrição prévia.
Inscrições abertas, através do mail pdc@terracrua.org, ou pelo telefone 289416143 (das 10 ás 17h);

O que é a Permacultura?

“O que os permacultores estão a fazer é a actividade mais importante que nenhum outro grupo está a fazer neste planeta.
Não sabemos quais irão ser os pormenores de um futuro verdadeiramente sustentável, mas necessitamos de opções, necessitamos de pessoas a experimentar todos os tipos de formas e os permacultores são um grupo crucial que o está a fazer.” Dr. David Suzuki

Permacultura é por um lado uma filosofia de vida com um conjunto de éticas e principios, e por outro, uma lógica inteligente e ferramentas que nos permitem desenhar ou redesenhar qualquer sistema humano (quintas, aldeias, etc) e não deixa também de ser uma compilação de técnicas e práticas (por vezes muito simples) recolhidas por todo o mundo, muitas vezes em paises ditos “3º mundistas”. Técnicas estas que permitiram a muitos povos sobreviver em locais com escassos recursos, como água ou vegetação.

 

Sob condições adversas, o engenho humano desenvolveu técnicas para cultivar em desertos, recolher águas da chuva, reduzir a quantidade de lenha para aquecimento, expandir florestas, aproveitar os recursos existentes, mas salvaguardando sempre as necessidades das gerações futuras, lógica que nos permitiu estar aqui hoje. De facto, a lógica predominante actual não vai permitir a vida futura a milhões de humanos e a toda a vida terrestre. Há que mudar, a partir de dentro, e começar a curar a terra, por todas as razões do mundo.

A raiz do problema pode ser, mais do que os governos ou as corporações, a nossa cultura. Uma cultura é uma história que contamos a nós próprios e ás nossas crianças. Actualmente, a nossa cultura diz-nos que o planeta está á nossa disposição para dele tirarmos e pilharmos á vontade. A Permacultura conta-nos que tudo está ligado, o peixe ao rio, á chuva, ao carvalho, á coruja, ás raposas, ao musgo; quando beneficiamos um, beneficiamos todos, e quando prejudicamos um, prejudicamos tudo e todos.

Podemos afirmar que, com todas as “ferramentas” que nos dá a Permacultura, podemos “desenhar” ou organizar um espaço como uma quinta, aldeia ou até poligono industrial, de forma a melhorar o desempenho de todos os elementos, poupando energia e fechando os ciclos, porque e afinal de contas, poluição é no fundo, energia no local errado.

É uma filosofia positiva, e ninguém fica indiferente quando frequenta um curso de design em Permacultura. São técnicas muito simples, que capacitam-nos com ferramentas e conhecimento para nos tornarmos cada vez mais auto suficientes, e felizes.

Cuidar da terra, porque temos de parar de maltratar a terra mãe e assumir uma existência mais positiva;

Cuidar das pessoas, porque pessoas felizes e realizadas cuidam bem do planeta e dos seus semelhantes;

Partilhar os excedentes e limitar o consumo, porque simplesmente não precisamos da maior parte do que temos ou adquirimos.”

 

NMS

Bill Mollison

Dia 24 de Setembro, vai ficar na memória do movimento mundial de regeneração integral, como o dia em que nos deixou Bill Mollison, o pai do design de Permacultura.

A equipa da Terracrua presta homenagem ao mestre, que deixou para trás milhões de pessoas “empoderadas” e motivadas para co-criar um novo mundo. De uma ou outra maneira, fomos todos “tocados” pela genialidade da Permacultura e das palavras do “tio” Bill. O impacto que os seus ensinamentos tiveram e têm pelo mundo fora, é simplesmente inigualável e inspirador.

“Ainda que os problemas do mundo são cada vez mais complexos, as soluções permanecem embaraçosamente simples” Bill Mollison

A chuva na paisagem, a erosão e a perda de solos.

Agora que chove, podemos claramente ver a quantidade de água da chuva que cai na nossa terra e que não guardamos ou infiltramos onde faz mais falta.

Mesmo numa zona de baixa precipitação, como no Algarve, chovem 5 milhões de litros anualmente, por hectare (10.000mts2).

Torna-se também evidente que parte do problema é a falta de vegetação, e a perda de solos provocada pelas escorrências superficiais.

Consulte-nos para o planeamento hídrico da sua propriedade!

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Now that rains, we can clearly see the amount of rain water that falls in our land, and that we dont store or infiltrate where its lacking more.

Even in low precipitation area, like Algarve, rains aproximately 5 millions litres, annualy, per hectare (10.000mts2).

Also become quite evident that part of the problem is the lack of vegetations, and the erosion made by running waters.

Consult us for the water planning of your property!

Santa Bárbara de Nexe, 6,5HA – Projecto de regeneraçao de olival em modo de produção biológico

A propriedade que tem cerca de 6,5ha, está localizada entre 138 e 154 metros acima do nível do mar, ligeiramente a Nordeste de Faro, nas encostas do Barrocal, zona portanto argilo-calcária e que usufrui de características únicas. Num clima mediterrânico, com uma pluviometria na ordem dos 500mm e ventos predominantes de NW e SE, onde as temperaturas médias, a exposição solar, a protecção dos ventos pela serra do barrocal, entre outras possibilitam a cultura de várias espécies subtropicais. Segundo os proprietários, o Olival encontra-se em conversão para modo de produção biológico e é lavrado regularmente, para combater as ervas daninhas e favorecer a infiltração das chuvas.

Havia já cerca de trezentas oliveiras no local, em plena produção, e em 2010 foram plantadas 1800 de variedade maçanilha, que ainda não produziram e que apresentam dificuldades de crescimento. Segundo a Eng. Agrónoma do projecto, o excesso de salinidade da água do furo será a raiz do problema.

Análise:

O terreno de um modo geral, encontra-se exposto aos principais vectores de erosão como chuva, sol e vento. Em alguns locais, rachas de tamanho considerável são observáveis, o que evidencia o nível de deterioração dos solos que se encontra compactado e com muito pouco coberto vegetal: a maioria das árvores, plantadas sem respeitar a topografia ainda não têm dimensão para proteger o solo da exposição solar. Esse “raquitismo vegetal” explica-se pela falta de qualidade e quantidade hídrica, consequência do padrão de plantação ignorando o contorno da paisagem, que vem criar uma rampa de erosão tornando as árvores dependentes da rega (sistema gota a gota existente, proveniente de água do furo, salinizada), a água da chuva não chegando a infiltrar-se, o que mantém as raízes das árvores a um nível muito superficial e em luta permanente pela água, em vez de concentrar a sua energia no seu desenvolvimento.

O Olival tem actualmente prejuízos devidos à mosca da azeitona (Bactrocera oleae) que é de momento combatida com a solução mineral de hidróxido de cal.

Planeamento:

A seguinte estratégia de recuperação ecológica para um contexto de olival em monocultura foi definida após observação e identificação dos desequilíbrios, e visa o restauro do equilíbrio do agrossistema, divide-se em três abordagens gerais:

1. Hidratação da paisagem.

2. Plano de regeneração via adubação verde.

3. Prado permanente e estratégia de luta biológica contra a praga Bactrocera oleae.

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Workshop – Estabilização de terraças

Eis que voltamos a Alcanede, ao projecto Aldeia do Sol, para continuar os trabalhos de controle de taludes, erosão e implementação de um sistema artesanal, de baixo custo, para tornar esta área super produtiva e abundante!

Entre outras actividades, vamos proceder á plantação e sementeiras de espécies adequadas á estabilização e estruturação dos solos. Vamos instalar árvores e arbustos na frente e traseira das terraças, e semear prados permanentes nas entrelinhas.

Vai haver tempo para conteúdos teóricos, mas essencialmente este workshop é informal e prático, e direccionado para interessados em permacultura, floresta e agro floresta.

Deves trazer roupa de trabalho, muda de roupa, luvas, botas de protecção, chapeu, saco cama, e tudo o que precisas para estar protegido e confortável durante este fim de semana.

Limitado a 12 participantes.

Mais informações serão dadas por email.

Junta-te a nós, este workshop/minga é grátis, mas requer inscrição para o e-mail nunodmribeiro@gmail.com

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Resultado do primeiro evento:

No decorrer da estabilização dos taludes recém construídos, foram iniciadas as estruturas de madeira que criam as condições para o correcto desenvolvimento das plantas estruturantes que a médio/longo prazo, vão manter a propriedade livre de erosão, e beneficiar a construção de solos.

Foi construido um mureto de madeira reciclada (de um telhado velho) na base/perimetro interior das terraças. Arroncamento com pedras locais foi estabelecido junto ao mureto, para facilitar a infiltração e o efeito berma. Iniciámos também a grade viva nas paredes dos taludes, para futuramente albergar as plantações de vetiver e giesta!

Com o mureto construído, foi criar uma zona de cultivo de 1 a 1,2mts de largura, uns 60 mts2 por terraça! Estes canteiros podem e devem ser zonas produtivas, nomeadamente com perenes frutíferas arbustivas!

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Primeiros trabalhos de limpeza selectiva

Desbaste, podas e trituras.
Na maior parte dos projectos agrícolas actuais, a biomassa resultante de limpezas desbastes e cortes é frequentemente “exportada” pela facilidade e redução de custos. Na verdade, se fossemos a contabilizar o valor da biomassa na construção de solos e retenção de águas , ninguem o faria.
Assim, recomendamos sempre que se triture, e que se devolva a matéria aos solos, compostado, ou por compostar!

 

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O blog da equipa Terracrua!