Arquivo de etiquetas: terraças

Intervenções de emergência em áreas ardidas – Infograma

Este folheto pretende orientar o leitor, de forma prática, em como intervir em paisagens ardidas com vista a mitigar as consequências negativas da passagem do fogo, e à regeneração ecológica.

É apresentado de forma simples e ilustrativa e detalha estratégias e técnicas para:

  • Moldar a paisagem;
  • Controlar a erosão;
  • Gerir a matéria orgânica;
  • Implementar a base de um sistema perene, mais resiliente.

Faz clic na imagem para a ampliar.

O folheto também está disponível para download em versão .pdf para impressão (A3).

 

 

Curso de Introdução ao SIG 28-29/10 – 04-05/11

É com muito gosto que apresentamos uma nova proposta formativa, com um curso de introdução aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG).

Sobre o SIG: (excertos tirados aqui, e aqui):
“O conceito de SIG tem-se alterado radicalmente desde a sua origem, devido à evolução tecnológica, quer de hardware, quer de software.
Hoje em dia, os seus limites parecem ser os da imaginação e arte dos programadores e dos utilizadores.

Mas o verdadeiro poder do SIG é a sua capacidade para integrar informação e ajudar à tomada de decisões no quotidiano daqueles cuja ocupação se prende com o território e as relações deste com o Homem;

No desenvolvimento do conceito de SIG, podem-se identificar quatro fases:

  1. Um sistema que permite a visualização e manipulação de dados geográficos.
  2. Uma base de dados geográfica.
  3. Um sistema que permite a análise espacial com vista à tomada de decisão.
  4. Um sistema que promove a literacia geográfica dos cidadãos, utilizando a Internet.”

 

Acerca do curso de introdução:

Datas: 28-29 de Outubro e 4-5 de Novembro
Duração: 24h
Horário: 10h00 – 13h00 e 14h00 – 17h00
Local: Sede da Terracrua, Praça da República, 44, 2ºesq  Loulé
Inscrições: sara.ruth@terracrua.org e 289 416 143

Custo: 220€ (+IVA) pelos 4 dias

Conteúdo programático:
– Conceitos Básicos de Cartografia e de Sistemas de Informação Geográfica;
– Sistemas de projecção e escalas;
– Interface de um SIG;
– Geometria e tipologia de dados espaciais;
– Criação e edição de camadas vectoriais;
– Edição, exploração, funcionalidades e potencialidades das tabelas de atributos;
– Conjugação de camadas Raster;
– Ferramentas de analise espacial;
– Aplicação de SIG em campo, picotagem e recolha de dados;
– Elaboração e edição cartográfica;
– Exportação de mapas.

O formador:
Gonçalo Gil
Licenciado em Geografia e Pós-graduado em Geografia Física e Ordenamento do Território, tem como principais competências:

  • Recolha, organização, carregamento, tratamento e modelação de dados e informação geográfica para/em sistemas de informação geográfica,
  • Elaboração de cartografia, mapeamento, análise de dados e deteção remota,
  • Utilização de material para levantamento e recolha de dados geográficos e topográficos (Topografia) como Drones, GPS, Estação Total, Teodolito, Nível e outros,
  • Utilização de material de Sondagens do tipo Trado manual Edelman, cunha, gouge e sonda pistão,
  • Interpretação paisagística, geológica, geomorfológica, hidrológica, climatológica, entre muitas outras,
  • Compreensão de processos naturais, antrópicos e relação entre estes.

 

 

Período de férias

Informamos os nossos leitores, clientes, amigos, fornecedores e parceiros,  que o gabinete da Terracrua encerra para férias entre o dia 15 de Agosto, e o dia 04 de Setembro 2017,

Até retomarmos as nossas actividades,

Desejamos a todos umas excelentes férias, regenerativas,

Bem haja,

A Equipa Terracrua.

Os painéis pré-fabricados Ekopanely

Uma solução ecológica extremamente versátil e saudável para a construção, da qual somos representantes em Portugal. 


O QUE SÃO ?

São constituídos maioritariamente por palha, que é compactada por um processo com altas temperaturas e alta pressão, usando zero agentes ligantes. É por fim selada em cartão reciclado para tomar a forma de painéis de diferentes espessuras para a construção.

09o-ekopanely-2

VANTAGENS NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO

  • Universais;
  • Fáceis e rápidos de instalar – funcionam como os painéis tradicionais de gesso cartonado (tipo “pladur”);
  • São compatíveis com auto-construção, mas também para uso por empresas de construção estandartes;
  • Versáteis:
    – Servem para construções novas, renovações, extensões, divisões ou conversões;
    – O sistema pode ser utilizado em diversos modos construtivos: paredes divisórias, de casa de banho, cozinha ou quarto (taxa de isolamento sonoro), paredes auto-portantes,  ou ainda como isolamento do chão ou dos telhados;
  • Baixo custo;
  • Alta qualidade (ecológica, mecânica e a nível de saúde);
  • Alta durabilidade mecânica;

ekopanley montagem

 

POR FIM, O CONFORTO DE UMA CASA SAUDÁVEL:

O que confere aos painéis as suas propriedades de isolamento térmico acima da média, é o seu material: a palha. Esta, devido às suas propriedades intrínsecas, torna qualquer edifício num local extremamente saudável, além de ser 100% renovável:

Os painéis prensados, ao mesmo tempo que acumulam o calor de forma  progressiva, não só protegem a estrutura de madeira, de mudanças drásticas de temperatura, como mantêm também ao mesmo tempo o ambiente interior em níveis constantes de temperatura, dado que são necessárias cerca de 11.8 horas para a temperatura exterior penetrar um edifício construído com Ekopanely’s. Esta característica reduz de forma notória custos de aquecimento no Inverno e de arrefecimento, no Verão.

O mesmo material, pela sua natureza fibrosa, é altamente permeável ao vapor : absorve o excesso de vapor no ar, e quando a taxa de humidade baixa novamente, libertam-na suavemente no ambiente. Este mecanismo tem um impacto muito positivo no microclima interior das casas, especialmente no Inverno, assim como na saúde dos seus habitantes (crianças, pessoas asmáticas, sofrendo de reumatismos, etc…)

 

  • Para quem quer poupar nas despesas energéticas (aquecimento e arrefecimento),
  • Para quem deseja construir saudável, de forma barata e duradoura,
  • Para quem deseja renovar ou melhorar o isolamento de uma casa existente,
  • Para quem quer cuidar do seu lar e dos que nele habitam,
  • E até para quem deseja construir a sua casa de férias, ao mesmo tempo que preserva os seus bens, como a estrutura de madeira do edifício…

Para mais informações técnicas, visite este link, dum folheto em inglês sobre os painéis Ekopanely, ou o site do fabricante.

Pode ainda contactar-nos para encomendas, assim como para descobrir amostras do Produto, via +351 289 416 143 ;  geral@terracrua.org  ; o nosso site ; ou na nossa Sede, em Loulé. 

PG02 – Planeamento de emergência pós fogo e design estrutural na Corga da Pereira, Pedrógão Grande

É na sequência do nosso trabalho pro bono para a zona afectada pelos grandes incêndios de Julho na zona de Pedrogão Grande, Castanheira de Pêra e Góis, que desenvolvemos este projecto, para uma quinta familiar na zona de Mega Cimeira.

Como no precedente trabalho, esta é uma propriedade difícil devido ao acentuado declive, e que foi praticamente toda queimada. As estradas existentes fomentam a erosão hidrica, e está rodeada de plantações de eucalipto.

Neste momento, os proprietários preparam-se para intervir, só aguardam as linhas orientadoras que agora partilhamos.

Aqui estão um conjunto de ficheiros, que dão uma visão geral do que se pode e deve fazer, quer ao nível das intervenções pós fogo, quer a nível de criar uma estrutura permanente que mitiga a erosão e prepara o terreno para as plantações.

  1. Mapa de zoneamento e intervenções: Green_Family V2-Zoneamento
  2. Corte/perfil: Green_Family V2-Corte WEB com logo
  3. Cronograma de gestão dos solos e biomassa: Cronograma de intervenção pós incendios terracrua 2017
  4. Modelo de “gestão de combustivel” para zonas habitadas: Faixa de gestão de combustivel-Corte sem logo

PG01 – Planeamento de emergência pós fogo e design estrutural em Alvares

É na sequência do nosso trabalho pro bono para a zona afectada pelos grandes incêndios de Julho na zona de Pedrogão Grande, Castanheira de Pêra e Góis, que desenvolvemos este projecto, para amigos que habitam perto de Alvares.

É uma propriedade difícil devido ao acentuado declive, e que foi praticamente toda queimada.

Neste momento, os proprietários preparam-se para intervir, só aguardam as linhas orientadoras que agora partilhamos.

Aqui estão um conjunto de ficheiros, que dão uma visão geral do que se pode e deve fazer, quer ao nível das intervenções pós fogo, quer a nível de criar uma estrutura permanente que mitiga a erosão e prepara o terreno para as plantações.

  1. Mapa de zoneamento e intervenções: Peppy v2-Zoneamento v2
  2. Corte/perfil: Peppy v4-Corte (2) sem logo.compressed
  3. Cronograma de gestão dos solos e biomassa: Cronograma de intervenção pós incendios terracrua 2017
  4. Modelo de “gestão de combustivel” para zonas habitadas: Faixa de gestão de combustivel-Corte sem logo

Hidratação da paisagem

No seguimento do precedente artigo sobre os solos, continuamos, no mesmo contexto, esta vez na óptica da hidratação da paisagem. Esta, por ser um parâmetro interligado com outros factores, requer um planeamento adequado afins de minimizar despesas energéticas, financeiras e fomentar um ciclo hidrológico equilibrado.
Iremos prevenir incêndios, apoiar produções agrícolas, ou abastecer o uso doméstico e melhorar o equilíbrio paisagístico e ecológico.

loess plateau
Quando falamos de (re)hidratar a paisagem, no fundo, entendemos criar paisagens que, no futuro, se hidratem “sozinhas”; Isto passa pela concepção, o planeamento de movimentações de terra, edificações e infraestruturas de base, no âmbito de criar um ecossistema o mais autónomo possível.

Em prioridade ao estabelecimento de qualquer projecto, o design hídrico, ou seja o planeamento da gestão da água/das precipitações baseado num simples estudo da hidrologia do local, é um dos primeiros elementos a contemplar e implementar.

O que se faz geralmente, sistematicamente, é dirigir a água de chuva para fora do terreno, da forma mais rápida possível. Em paralelo, consome-se água da rede, ou de furos.

A nossa abordagem é diferente, e até quase oposta, criaremos modelos e sistemas de recolha dessas águas, porque é um recurso renovável, porque deixamos de pagar essa água e por fim, porque a água proveniente de furos em aquíferos, não é propriamente renovável, há de acabar um dia, uma vez que cada vez menos água se infiltra nos solos, como explicado no artigo anterior.

Assim, os obbjectivos de base para a gestão da água são simples :

TRAVAR E REDUZIR A VELOCIDADE

CAPTAR E ARMAZENAR

ESPALHAR E INFILTRAR

INTERVENÇÕES DE TERRENOTravar e reduzir a velocidade, captar e dirigir.
O objectivo subjacente a qualquer intervenção de terreno, deve ir no sentido da criação de alianças entre a topografia e os ciclos e dinâmica hidrológica.

Para a construção de ESTRADAS E ACESSOS : devem ser determinadas de maneira a coincidir com a topografia, por um lado, e para tornarem-se multi-funcionais por outro lado. Alinhar estradas com a topografia e de forma a interligarem-se com pontos de recolha das escorrências superficiais, é possível ser feito com um esforço mínimo. Desse modo, armazenamos a água ao mesmo tempo que a conduzimos para fora da estrada, reduzindo os danos viários causados pelas chuvas.

No caso das TERRAÇAS agrícolas : idealmente, para maximizar a infiltração da água (chuva ou rega), para além da gestão da biomassa, a sua implementação deve seguir um desenho onde a inclinação (interna) será relativa à questão das escorrências superficiais, esta, baseada no sistema key-line, adaptado ao caso das terraças, dirigindo mais uma vez a água para pontos de armazenamento.

No caso das zonas de PRODUÇÃO agrícolas, pecuárias e florestais, como nas zonas menos utilizadas da propriedade : adaptar as plantações ao terreno, não o contrário, fomentar ou escolher igualmente plantações herbáceas que agilizam a permeabilidade do solo e a sua estrutura, e que beneficiem as produções.


GESTÃO DO SOLO E DA BIOMASSAEspalhar e infiltrar. 
Tudo se transforma.

Diversas acções e técnicas de GESTÃO DOS SOLOS AGRÍCOLAS favorecem ou não a estrutura do solo. Por norma, iremos evitar lavouras, contudo, os trabalhos de tractor são muitas vezes úteis e relevantes, enquanto transição ou numa óptica de aceleração dos processos de regeneração ecológica, na medida em que a acção de lavoura serve de meio para implementação de sementeiras de plantas herbáceas específicas, que serão escolhidas em função das características das suas raízes, estruturadoras para o solo, fixadoras de azoto, permitindo cobertura do solo, maximização da taxa de infiltração, e produção de biomassa.

 As raízes densas e finas de certas plantas herbáceas agem como estruturadoras de solo, mas não só. A sua capacidade de armazenamento da água (esponja) é também essencial, e, por mais admirável, é multiplicada quando podada (na altura certa).

As raízes densas e finas de certas plantas herbáceas agem como estruturadoras de solo, mas não só. A sua capacidade de armazenamento da água (esponja) é também essencial, e, por mais admirável, é multiplicada quando podada (na altura certa).

A biomassa vegetal age ainda como:
-Esponja
-Fertilizante (fonte de nutrientes)
-Estruturadora de solo pelas suas características mecânicas;

Quanto à gestão dessa BIOMASSA produzida, trata-se de acelerar a “sucessão natural”. O truque, é que nem sempre a restauração de ecossistemas equilibrados passa pela plantação de árvores. Herbáceas, arbustos, trepadeiras,… produzem imensa biomassa, e o seu corte bem sequenciado favorece a produção de raízes mais profundas. Deixando a biomassa no local (corticai ou chop and drop), esta vai servir de mulch (cobertura de solo) antes de servir de adubo verde para a vegetação existente, seja ela de ornamento, selvagem ou agrícola.


Todas estas medidas servem o propósito de tornar os solos mais permeáveis à água, de reterem mais e durante mais tempo a humidade, e, no caso das técnicas de condução da água via valas inclinadas ao longo das estradas e dos terraços agrícolas, que são as nossas estrelas, de criar

Pontos de água multi-funcionais que servem para  :

1.Manutenção per se ou espontânea das estradas;

2. Armazenamento;

3. Abastecimento de culturas a justante;

4. Infiltração progressiva da água (ou não, de pendendo dos objectivos) no local;

5. Benefício para a flora selvagem;

6. Zona de banhos e recreação

7. etc,.

 

Neste artigo não iremos detalhar métodos de GESTÃO DO GADO no âmbito da hidratação da paisagem, embora seja um temática que nos é cara. Iremos aprofundar o tema posteriormente, fique atento!

Workshop – Estabilização de terraças

Eis que voltamos a Alcanede, ao projecto Aldeia do Sol, para continuar os trabalhos de controle de taludes, erosão e implementação de um sistema artesanal, de baixo custo, para tornar esta área super produtiva e abundante!

Entre outras actividades, vamos proceder á plantação e sementeiras de espécies adequadas á estabilização e estruturação dos solos. Vamos instalar árvores e arbustos na frente e traseira das terraças, e semear prados permanentes nas entrelinhas.

Vai haver tempo para conteúdos teóricos, mas essencialmente este workshop é informal e prático, e direccionado para interessados em permacultura, floresta e agro floresta.

Deves trazer roupa de trabalho, muda de roupa, luvas, botas de protecção, chapeu, saco cama, e tudo o que precisas para estar protegido e confortável durante este fim de semana.

Limitado a 12 participantes.

Mais informações serão dadas por email.

Junta-te a nós, este workshop/minga é grátis, mas requer inscrição para o e-mail nunodmribeiro@gmail.com

——-

Resultado do primeiro evento:

No decorrer da estabilização dos taludes recém construídos, foram iniciadas as estruturas de madeira que criam as condições para o correcto desenvolvimento das plantas estruturantes que a médio/longo prazo, vão manter a propriedade livre de erosão, e beneficiar a construção de solos.

Foi construido um mureto de madeira reciclada (de um telhado velho) na base/perimetro interior das terraças. Arroncamento com pedras locais foi estabelecido junto ao mureto, para facilitar a infiltração e o efeito berma. Iniciámos também a grade viva nas paredes dos taludes, para futuramente albergar as plantações de vetiver e giesta!

Com o mureto construído, foi criar uma zona de cultivo de 1 a 1,2mts de largura, uns 60 mts2 por terraça! Estes canteiros podem e devem ser zonas produtivas, nomeadamente com perenes frutíferas arbustivas!

14716298_1483510121665727_3748858033575282602_n 14717190_1483509948332411_5857599782657214554_n 14721491_1483512021665537_5197176542482712599_n 14721626_1483512351665504_3540005377479275620_n 14908399_204091966703384_9105617671831915755_n 14937337_204091913370056_6952812192554741671_n 14955808_204079826704598_8321315411846565637_n 14956655_204091956703385_398639937972688883_n 14980728_204091883370059_1306831200779817201_n

 

 

 

Vila do Bispo, 8Ha – Projecto familiar de agrofloresta, pomares mistos e keyline

Com uma topografia desafiante, este projecto visa a instalação de pomares mistos e a transformação dos excedentes para retorno económico a médio prazo.

Entre os objectivos principais deste projecto, está a instalação de um sistema produtivo ecológico e auto suficiente que permita a subsistência, abundância e qualidade de vida dos habitantes.

O design hídrico é uma das frentes do planeamento, sendo extremamente necessário, considerando o avanço da erosão e a perda de solos nas zonas com mais declive. As estradas são alinhadas com os pontos chave a hidratar, como charcas, e sempre que possível, em keyline, ou seja, a hidratação das cumeadas secundarias.

Zonas terraçadas vão ser criadas, de forma a possibilitar a instalação de pomares com baixa manutenção e sistematizados.

Pomares mistos, com diversidade de espécies, extratos, variedades, floração e frutificação estão a ser planeados, com vista á diversidade de alimento humano, animal e nutrição para o solo.

Sebes protectoras de vento, privacidade e incêndios, zonas de floresta santuário, zonas de produção florestal, são outros dos elementos necessários e incluidos neste projecto, que contempla o inicio da implementação para a primavera de 2017.

 

14980799_1392519184116075_9141997407083308240_n 15085458_1392519290782731_3620622848368851281_n 15095003_1392519210782739_2793597731328250451_n 15134539_1392519247449402_1230084532907680025_n

Portimão, 21ha – Projecto de design hídrico de propriedade assolada por incêndio florestal em 2016

Ainda no rescaldo dos incêndios na Serra de Monchique, no projecto Awake, que foi altamente afectado com o fogo, começou-se a planear a adaptação do terreno de forma a prevenir incêndios. Entre outros, foi delineado a “construção” de terraças em contorno e 2 novas barragens.
Nas terraças, previu-se a captura de água da chuva para as barragens e a hidratação das cumeadas secundárias. Também se oprimizou uma barragem existente com valas de afunilamento.
E há ainda há mais para planear, nomeadamente novos pomares de sequeiro em zonas hidratadas pelas futuras barragens!


Em breve teremos mais fotos, deste projecto que tem o apoio da Terracrua, design e gestão de projectos regenerativos a nível de planeamento topográfico, escolha dos locais das barragens, delineação das terraças e caminhos.

 

20161013_180109 15094513_1392531567448170_5906634217976153177_n 20161013_142031 15135963_1392531324114861_874824902504276813_n